Os candidatos à Presidência da República poderão gastar até 133 milhões e 400 mil reais nas eleições de outubro deste ano.
O teto de gastos foi oficializado nesta semana pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Os valores máximos para o primeiro turno da disputa ao Palácio do Planalto foram fixados em 88 milhões e 900 mil reais; em caso de segundo turno, haverá a liberação de mais 44 milhões e meio de reais.
A portaria assinada pelo presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, também estabelece regras para as disputas nos estados, variando o teto de gastos de acordo com o tamanho do colégio eleitoral.
Em São Paulo, por exemplo, que é o maior colégio do país, as campanhas ao governo estadual terão o limite de 40 milhões de reais, somando os dois turnos.
Já para os candidatos a deputado federal, estadual e distrital os tetos são fixos em todo o território nacional: 3 milhões e 200 mil para a disputa do cargo em nível federal e 1 milhão e 300 mil para as campanhas de deputados estaduais e distritais.
As convenções partidárias para oficializar os nomes já estão em andamento e devem ser realizadas até o dia 5 de agosto. Já o registro final das candidaturas deve ser feito até o dia 15 do mês que vem, véspera do início oficial das campanhas.
