As portarias foram assinadas pelo secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho.
Entre os excluídos está o 2º sargento Luiz Carlos da Silva, condenado a oito anos e três meses de prisão por homicídio qualificado. O crime ocorreu em um bar, no município de Caruaru, em 26 de junho de 2021.
Também foi excluído o 1º sargento Samuel do Carmo Santos, investigado por agredir a própria filha com socos, puxões de cabelo e coronhadas. Segundo a SDS, o policial estaria sob efeito de bebida alcoólica durante a agressão, ocorrida em 27 de maio de 2025.
O cabo José Pedro da Silva Filho foi outro policial expulso da corporação. Ele foi condenado a 14 anos de prisão por homicídio qualificado. A portaria publicada no Diário Oficial não detalha as circunstâncias do crime.
Já o soldado Joilton Feitosa de Souza foi excluído após ser preso em flagrante tentando fraudar o concurso público para a Guarda Municipal de Petrolina, realizado em 30 de junho de 2019.
O cabo Cristiano José dos Santos também perdeu o vínculo com a Polícia Militar. Ele era acusado de fugir do Centro de Reeducação da Polícia Militar, em Abreu e Lima, no Grande Recife, em 21 de dezembro de 2022. Na ocasião, estava recolhido por força de um mandado de prisão preventiva.
Outro caso envolve o 3º sargento Jean Teixeira de Lima, acusado de praticar atos libidinosos contra uma jovem com transtorno do espectro autista. Segundo a portaria, os fatos teriam ocorrido na residência do policial, em Olinda, ao longo de 2019.
O 2º sargento Diego Armando Oliveira foi excluído após, segundo a SDS, ser flagrado pela polícia recebendo pedras de crack de uma traficante de drogas.
Também foi punido com a exclusão o soldado José Mário Augusto da Silva, acusado de manter vínculo com integrantes de uma organização criminosa e de participar, ainda que indiretamente, de atividades relacionadas ao levantamento de informações sobre possíveis vítimas.
A nona exclusão foi a da soldado Patrícia do Nascimento Queiroz, acusada de participação em roubos e de ocultação de veículos roubados. Na portaria, o secretário Alessandro Carvalho classificou a conduta como incompatível com os valores exigidos pela corporação.
As exclusões representam as penalidades administrativas aplicadas pela Secretaria de Defesa Social após os procedimentos disciplinares e investigações mencionados nas respectivas portarias publicadas no Diário Oficial do Estado.
