Economia

Moradores de quase todas as capitais do país pagaram menos pela cesta básica em agosto

Moradores de 25 das 27 capitais brasileiras pagaram menos pela cesta básica de alimentos no mês passado. É o que revela levantamento realizado pelo Dieese, em parceria com a Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento. Entre julho e agosto, as maiores quedas foram registradas Rio Branco, 4,7%, e em Manaus e Boa Vista, com recuos na casa dos 4,5%

Destaque também para os recuos médios registrados em Aracaju, Cuiabá e Salvador, que superaram 3%.

Já as duas únicas capitais onde o conjunto básico de alimentos encareceu, no mês passado, foi São Luís, no Maranhão, onde os preços médios avançaram 0,8%, e Maceió, em Alagoas, que registrou avanço próximo a 1,5%.

Ainda de acordo com o levantamento, no oitavo mês do ano, a cesta básica mais cara foi registrada, mais uma vez, na capital paulista: 900 reais e 59 centavos.

Em Cuiabá, a segunda capital com o maior custo, o valor ficou em 851 reais e 57 centavos.

A cesta só custou mais de 800 também no Rio de Janeiro, em Florianópolis, em Porto Alegre e em Campo Grande.

Nas cidades do Norte e do Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, o menor valor médio foi registrado em Aracaju, onde a cesta custou 570 reais e 98 centavos.

Ainda de acordo com o estudo do Dieese e da Conab, no mês passado, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica nas 27 capitais pesquisadas foi de 98 horas e 37 minutos, menor do que o registrado em julho, quando ficou em 100 horas e 24 minutos.

Já em agosto de 2025, a jornada média foi de 101 horas e 31 minutos.

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